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CGU participa do lançamento do plano de integridade do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos

publicado: 19/06/2019 18h00, última modificação: 21/06/2019 17h10
Ministro Wagner Rosário esteve presente ao evento, na tarde desta quarta-feira, dia 19
CGU participa do lançamento do plano de integridade do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos

Ministro da CGU defendeu que o papel do governo é fazer com que os recursos públicos cheguem na ponta, ao cidadão - Foto: Ascom/CGU

Na tarde desta quarta-feira, dia 19, o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, participou do lançamento de mais um plano de integridade da administração pública federal. Foi a vez do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançar o documento que traz um conjunto de medidas para prevenir, detectar e punir casos de fraudes, corrupção e desvios de conduta.

Durante a cerimônia, o ministro defendeu que o papel do governo é fazer com que os recursos públicos cheguem na ponta, ao cidadão. Para ele, a falta de gestão e a corrupção são dois fatores que impedem o alcance desse objetivo e precisam, portanto, ser atacados.

Neste contexto, Rosário afirmou que a promoção da integridade dentro do governo federal é condição essencial para a construção de um ambiente adequado para que as políticas públicas sejam efetivas. “Temos o objetivo de construir um país diferente, que coloque a integridade e a ética como prioridade”, salientou.

O ministro explicou ainda que a CGU tem o papel de coordenar e apoiar os órgãos da administração pública a montar as suas estruturas de integridade, mas enfatizou que quem realmente entrega as políticas públicas são os ministérios. Rosário comemorou o lançamento do plano de integridade do MMFDH ao comentar que este “é um passo muito importante para o Governo Federal no que diz respeito à integridade”.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou que ela quer deixar o marco de ser o “ministério da corrupção menos um”. “A corrupção tira recursos dos mais necessitados, aumentando a desigualdade social. Se o recurso para programas que visam combater injustiças sociais é desviado, o governo falha na promoção dos direitos humanos”, explicou.

Integridade na administração federal

Com o lançamento do plano do MMFDH, o governo passa a ter 22 dos 24 órgãos da administração direta com planos de integridades aprovados. Os dados são do Painel de Integridade Pública, mantido pela CGU com o objetivo de dar transparência a informações sobre estruturação, execução e monitoramento de programas de integridade em órgãos e entidades do governo federal.

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