Ética e Integridade

Evento

CGU e consultoria portuguesa debatem sobre teoria comportamental e integridade

publicado: 09/11/2018 18h04, última modificação: 21/11/2018 11h42
Ministro destacou necessidade de conhecer comportamento corrupto e formas de combatê-lo
CGU e consultoria portuguesa debatem sobre teoria comportamental e integridade

Ministro, secretário-executivo e diretor de Promoção da Integridade da CGU participam da abertura do evento

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) e a CLOO - Behavioral Insights Unit, empresa portuguesa de consultoria em ciências comportamentais, realizaram, nessa terça-feira (6), em Brasília (DF), a palestra “Teoria Comportamental Aplicada à Integridade Pública”. O evento, no auditório do INSS, reuniu os servidores e colaboradores da CGU, além de convidados externos. Objetivo foi integrar psicologia e combate à corrupção.

Os palestrantes foram o economista e professor da Católica Porto Business School (CPBS), Carlos Moura, um dos pioneiros da área da Economia Comportamental em língua portuguesa, e a psicóloga social e cognitiva, Tânia Ramos, consultora na CLOO e, atualmente, investigadora visitante na Universidade de Nova Iorque (NYU).

>>> Galeria de fotos do evento no Flickr da CGU
>>> Apresentação "Ciências Comportamentais Aplicadas à Políticas de Integridade"

Para o ministro da Transparência, Wagner Rosário, conhecer o comportamento das pessoas é fundamental para a mudança cultural. “Precisamos entender melhor outras características do comportamento corrupto e conhecer diferentes mecanismos para combatê-lo. Nosso desafio é implementar uma cultura de integridade dentro do governo e na sociedade ”, ressaltou.

Também participaram da abertura o secretário-executivo da CGU, José Marcelo de Carvalho, e o diretor de Promoção da Integridade do Ministério da Transparência, Renato Capanema.

Parceria 

A CGU e a CLOO desenvolveram, em 2018, uma parceria técnica sustentada nos propósitos e valores de ambas as organizações. Elas identificaram a necessidade de revitalizar e renovar as abordagens à problemática da corrupção com base em uma visão cientificamente mais realista do ser humano. As instituições visam uma oportunidade de serem pioneiras na divulgação e desenvolvimento da abordagem comportamental às políticas públicas de integridade no Brasil. 

A iniciativa busca criar uma plataforma de conscientização e orientação sobre a necessidade de incorporar os conhecimentos psicológicos das ciências comportamentais nas políticas de integridade, a exemplo das ações de prevenção e combate à corrupção desenvolvidas pelo órgão de controle. A ideia é fornecer ferramentas e estímulos para que a integração seja efetivamente realizada. 

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