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Operação Círculo Vicioso

CGU, PF e MPF prosseguem com investigações na Companhia Docas de São Paulo

publicado: 22/08/2019 09h23, última modificação: 22/08/2019 13h49
Operação Círculo Vicioso busca dar continuidade ao combate a fraudes, envolvendo agentes públicos da estatal e empresários, em contratos e licitações
CGU, PF e MPF prosseguem com investigações na Companhia Docas de São Paulo

Operação Círculo Vicioso trata-se da segunda fase da Operação Tritão, deflagrada em outubro de 2018

A Controladoria-Geral da União (CGU) participa, nesta quinta-feira (22), da Operação Círculo Vicioso. O trabalho é realizado em parceria com a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF). O objetivo é dar continuidade ao combate a fraudes e desvios em contratações na Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), envolvendo empresário e agentes públicos ligados à estatal.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros (Delecor/PF). Trata-se da segunda fase da Operação Tritão, deflagrada em outubro de 2018, que apurou irregularidades em licitações e contratos na área de informática e pagamentos irregulares na Codesp. O material apreendido trouxe indícios de novos ilícitos na área de serviços em contratos no montante aproximado de R$ 100 milhões.

A Codesp administra o Porto de Santos, maior complexo portuário da América Latina que responde por um terço das trocas comerciais do País.

A CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União, mantém um canal para o recebimento de denúncias. Quem tiver informações sobre a Operação Círculo Vicioso pode enviá-las por meio de formulário eletrônico. A denúncia pode se anônima, para isso, basta escolher a opção “Não identificado”.

Diligências

A Operação Círculo Vicioso consiste no cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão de pessoas jurídicas e físicas, bem como de 21 mandados de prisão temporária, nas cidades de Santos, Guarujá e São Paulo.