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CGU define titulares das principais áreas finalísticas

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Todos são servidores públicos federais e com experiência nos respectivos campos de atuação. Mudanças ocorreram na Corregedoria-Geral da União e na Ouvidoria-Geral da União
publicado: 14/01/2019 15h25 última modificação: 14/01/2019 16h10
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Mudanças no âmbito das secretarias finalísticas ocorreram na Corregedoria-Geral da União e na Ouvidoria-Geral da União, respectivamente, com as nomeações de Gilberto Waller Júnior e Valmir Dias

A Controladoria-Geral da União (CGU) divulga quem são os titulares das cinco unidades finalísticas do órgão de controle interno do Governo Federal, a partir da criação da nova estrutura administrativa, aprovada por meio do Decreto nº 9.681/2018. Em comum, todos são servidores públicos federais e com experiência em seus respectivos campos de atuação. 

As mudanças no âmbito das secretarias finalísticas ocorreram na Corregedoria-Geral da União (CRG) e na Ouvidoria-Geral da União (OGU), respectivamente, com as nomeações de Gilberto Waller Júnior, que exerceu o cargo de ouvidor-geral da União desde março de 2016; e do novo ouvidor-geral da União, Valmir Dias, que atuou como diretor de Auditoria de Governança e Gestão da CGU no ano passado. As portarias de designação foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) da última quinta-feira (10). 

O novo secretário de Combate à Corrupção, João Carlos Figueiredo Cardoso, será oficializado no cargo após a entrada em vigor do Decreto nº 9.681. Ele é o atual diretor de Auditoria de Estatais da CGU. 

Confira abaixo o perfil dos dirigentes: 

  • Secretário-Executivo – José Marcelo Castro de Carvalho permanece no cargo (segundo maior na hierarquia da pasta), que assumiu efetivamente em julho de 2018, após um período de substituição iniciado em agosto de 2017. Natural de Brasília (DF), é auditor Federal de Finanças e Controle (AFC) desde 1995. Ele tem bacharelado em Ciências Contábeis e pós-graduação em Auditoria Interna e Controle Governamental. 
  • Secretário Federal de Controle Interno – Antônio Carlos Bezerra Leonel permanece no cargo, que assumiu em outubro de 2016. Natural de Manaus (AM), é auditor Federal de Finanças e Controle (AFC) desde 2002. Ele é formado em Administração de Empresas e Direito. É o titular da área responsável, entre outras funções, por fiscalizar a execução de programas de governo; avaliar os resultados da gestão dos administradores públicos; realizar auditorias; apurar denúncias e representações sobre má aplicação dos recursos. 
  • Corregedor-Geral da União – Gilberto Waller Junior substitui o auditor Antônio Carlos Vasconcellos Nóbrega. Natural de Taubaté (SP), tem bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais e é procurador federal pela Advocacia-Geral da União (AGU). Já atuou como corregedor-geral do INSS. Na CGU, foi corregedor setorial dos Ministérios da Integração Nacional, Transportes e Fazenda; ouvidor-adjunto, até ser designado ouvidor-geral da União em março de 2016. Ele fica responsável pela área que combate à impunidade na Administração Pública Federal, a partir de ações disciplinares que visem à apuração de responsabilidade administrativa de servidores públicos. 
  • Ouvidor-Geral da União – Valmir Gomes Dias substitui Gilberto Waller Junior. Natural de Rio de Janeiro (RJ), é auditor de Finanças e Controle (AFC) desde 2007 e tem graduação em Ciências Contábeis e pós-graduação em Controladoria e Finanças. Na CGU, já foi chefe-adjunto da Regional no Rio de Janeiro; chefe na Regional de Goiás; e diretor de Auditoria de Governança e Gestão. Ele fica responsável pela área que orienta a atuação das unidades de ouvidoria dos órgãos e entidades do Executivo Federal; examina as manifestações (denúncias, reclamações, sugestões); dissemina formas de participação popular na fiscalização da prestação de serviços públicos; entre outras funções. 
  • Secretária de Transparência e Prevenção da Corrupção – Claudia Taya permanece no cargo, que assumiu em junho de 2016. Natural de Goiânia (GO), é auditora Federal de Finanças e Controle (AFC) desde 2006 e graduada em Ciência Econômicas. A sua área é responsável pela formulação, coordenação e fomento a programas, ações e normas de prevenção à corrupção no Governo Federal e na sua relação com o setor privado. Entre as principais atribuições, estão a promoção da transparência, do acesso à informação, do controle social, da conduta ética e da integridade nas instituições públicas e privadas. 
  • Secretário de Combate à Corrupção – João Carlos Figueiredo Cardoso assumirá, a partir de fevereiro, a nova área criada para melhor articulação dos trabalhos e padronização de atos normativos em atividades de investigação, a exemplos das operações especiais, e de inteligência desenvolvidas pela CGU. Além disso, deverá supervisionar, coordenar e orientar a atuação do órgão nas negociações dos acordos de leniência. Ele é natural do Rio de Janeiro (RJ), auditor de Finanças e Controle (AFC) desde 2006 e tem formação em Engenharia Mecânica. Na Controladoria, foi coordenador-geral de Auditoria das Áreas de Minas e Energia e diretor de Auditoria de Estatais.