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Controle Social

CGU participa de livro da Organização do Estados Ibero-Americanos sobre educação

Publicação

Artigo do ministro defende transformação para tirar país do ciclo vicioso da corrupção
publicado: 08/11/2018 12h29 última modificação: 08/11/2018 12h42
O ministro da CGU é autor do artigo “Ética na Educação: a importância da educação como ferramenta de transformação de um país”

O ministro da CGU é autor do artigo “Ética na Educação: a importância da educação como ferramenta de transformação de um país”

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) participou, nessa terça-feira (7), no Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília (DF), do lançamento do livro “Educação em Pauta: Uma agenda para o País”. A publicação, produzida pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), reúne textos de especialistas de alto nível, com sugestões de prioridades na área educacional para os próximos governos. 

O ministro da Transparência, Wagner de Campos Rosário, é autor do artigo “Ética na Educação: a importância da educação como ferramenta de transformação de um país”. O texto aborda a educação ética e cidadã como elemento norteador da saída do ciclo vicioso da corrupção para a entrada no ciclo virtuoso. Ele também defende o programa “Um por Todos e Todos por Um”, desenvolvido pela CGU, como uma medida de Estado e não de governos, que pode contribuir na construção dessa nova realidade brasileira. 

“A mudança passa por uma transformação educacional que forme indivíduos conscientes, que coloquem os interesses da sociedade acima dos interesses individuais ou de pequenos grupos. Essa modificação gera mais igualdade e confiança social, permitindo, por consequência, o funcionamento imparcial dos governos e a consecução de políticas públicas”, destaca Rosário em um dos trechos do artigo. 

A publicação recebeu a contribuição, ainda, de Henrique Paim, ex-ministro da Educação; Maria Helena Guimarães de Castro, ex-secretária-executiva do MEC; de ex-secretários de educação do Ceará, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro; além de representantes do CNE e de instituições do terceiro setor.