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Controladoria-Geral da União e BNDES assinam acordo de cooperação técnica

publicado: 23/03/2016 11h51, última modificação: 23/03/2016 12h18
Instrumento permitirá o aprimoramento do programa de integridade do banco
CGU e BNDES assinam acordo de cooperação técnica

O acordo de cooperação técnica foi assinado nesta terça-feira (22) no Rio de Janeiro. - Foto: BNDES/Divulgação

A Controladoria-Geral da União (CGU) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinaram nesta terça-feira (22), no Rio de Janeiro, acordo de cooperação técnica. O instrumento vai possibilitar o aprimoramento das atribuições institucionais dos dois órgãos, por meio de ações integradas, apoio mútuo e intercâmbio de experiências e informações. Assinaram o termo o ministro-chefe da CGU, Luiz Navarro, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

O acordo, que prevê também a cooperação entre as partes para o aprimoramento do programa de integridade do BNDES, foi assinado durante evento dirigido aos funcionários do banco, cujo tema foi “Ética, Integridade e Transparência”. Segundo Coutinho, o BNDES, além de pautar suas próprias ações pela ética, deve utilizar sua influência na disseminação de práticas éticas. Ele lembrou a ênfase dada pelo BNDES nos últimos anos à responsabilidade socioambiental, com veto a práticas que violem direitos trabalhistas ou qualquer forma de discriminação.

O presidente do BNDES afirmou ainda que a instituição “quer colaborar com a CGU de maneira exemplar e totalmente aberta”. E completou: “já nos engajamos no programa de integridade e vamos, de forma muito empenhada, levá-lo adiante. Será um processo de aprendizagem de nossa parte”.

O ministro Luiz Navarro falou sobre a importância de um bom programa de integridade e os benefícios desse tipo de instrumento. Segundo ele, “é fundamental que haja regras determinando o que pode e o que não pode ser feito, porque a ética de uma instituição não pode ser a ética individual, por melhores que sejam os valores dos seus funcionários”.

Navarro afirmou ainda que a pior coisa que pode acontecer a uma instituição é a perda de seu patrimônio reputacional, pois, quando isso acontece, leva-se muito tempo para recuperá-lo. “Tem que haver mecanismos que garantam a integridade. É por isso que a CGU está atuando nessa frente”, concluiu o ministro.