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Ministro da CGU participa de mobilização nacional contra o Aedes aegypti

publicado: 15/02/2016 12h45, última modificação: 15/02/2016 14h25
Em ação realizada nos municípios cearenses de Juazeiro do Norte e Crato, Carlos Higino destacou que “combate ao mosquito é como faxina: tem que ser cotidiano”
CGU participa de mobilização nacional contra o Aedes

O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Carlos Higino, participou, no sábado (13), no Ceará, de atividades contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da febre chikungunya e do vírus zika. A ação ocorreu nos municípios de Crato e Juazeiro do Norte e contou com o apoio de militares das Forças Armadas e de agentes de endemia. A iniciativa fez parte de mobilização nacional, promovida pelo Governo Federal, que percorreu 353 municípios do país para alertar a população sobre a importância de combater o mosquito.

Pela manhã, Higino participou da abertura das atividades em Juazeiro do Norte. Logo depois, seguiu para Crato, onde visitou residências no bairro do Seminário e conversou com médicos e pacientes do Hospital São Lucas, no centro da cidade. Na oportunidade, o ministro destacou que é preciso fazer vigilância constante. “O combate ao Aedes é como faxina: tem que ser cotidiano, é preciso fazer toda semana", ressaltou.

Na vistoria a residências locais, foi encontrado foco do mosquito, no quintal de uma das casas, com a água alojada em bananeiras. A equipe de endemia que acompanhava a ação realizou remoção das larvas e orientou os moradores sobre como eliminar os focos. A cidade do Crato teve um dos maiores números de casos de dengue do Ceará em 2015, com mais de 2.000 registros e uma morte em consequência da doença.

Ao final, o ministro frisou a importância da mobilização na luta contra o Aedes. "As equipes estão engajadas para panfletagem de conscientização. A visitação em casas e logradouros públicos ajuda a comprovar e garantir que o mosquito seja combatido", afirmou. Em todo o Brasil, a iniciativa contou com a participação de ministérios, de órgãos federais e de mais 220 mil militares, sendo que três milhões de residências foram vistoriadas para verificar possíveis focos do mosquito.