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Orientações aos Gestores

Pós-graduação tem aulas sobre combate ao crime organizado

Capacitação

Desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Ney Bello Filho, abordou os aspectos da Lei nº 12.850/2013, no quinto encontro do curso
publicado: 17/06/2015 09h46 última modificação: 17/06/2015 10h06
Turma é composta por delegados e peritos federais, procuradores da República e auditores da CGU

Turma é composta por delegados e peritos federais, procuradores da República e auditores da CGU

A turma do curso de pós-graduação “Controle, Detecção e Repressão a Desvios de Recursos Públicos” reuniu-se pela quinta vez de 11 a 13 de junho, na Escola Superior de Administração Fazendária (Esaf), em Minas Gerais.  Na oportunidade, os alunos da turma, composta de 15 delegados e peritos federais, 15 procuradores da República e 15 analistas e técnicos da Controladoria-Geral da União (CGU) receberam aulas da disciplina Organização Criminosa (Lei n º 12850/2013), ministradas pelo desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Ney de Barros Bello Filho.

No próximo encontro, marcado entre os dias 2 e 4 de julho, o secretário executivo da CGU, Carlos Higino, será o docente das aulas sobre Lei Anticorrupção e Lei de Conflito de Interesses. O secretário também  comporá, como representante da CGU,  a mesa do seminário “Articulação Interinstitucional como Ferramenta de Fiscalização e Combate à Fraude e ao Desvio de Recursos Públicos”.

O seminário integra a grade do curso e terá, ainda, a participação do subprocurador-Geral da República, Nicolao Dino, e do diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor) da Polícia Federal, Oslain Campos Santana.

O curso de pós-graduação lato sensu em “Controle, Detecção e Repressão a Desvios de Recursos Públicos” é inédito e foi idealizado para incrementar o processo de capacitação e aperfeiçoamento dos servidores que atuam na área-fim dos órgãos de controle e repressão ao desvio de recursos públicos. A CGU tem como parceiros o Departamento de Polícia Federal (DPF), o Ministério Público Federal (MPF), a Escola de Administração Fazendária (Esaf) e a Universidade Federal de Lavras (UFLA).

Outros benefícios esperados com a realização do curso são o nivelamento conceitual e científico dos participantes e o intercâmbio e compartilhamento de informações entre a academia, a escola de governo e os órgãos de Estado incumbidos de executar o controle e a repressão a esta prática. As aulas irão até junho de 2016, em Belo Horizonte.