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Histórico


Em 9 de dezembro de 2010, durante as comemorações do Dia Internacional de Combate à Corrupção, a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social instituíram o Cadastro Empresa Pró-Ética, iniciativa pioneira na América Latina, criada para promover junto ao setor empresarial a adoção voluntária de medidas de integridade e de prevenção da corrupção, fomentando a criação de um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente.

A parceria entre a CGU e o Instituto Ethos foi fortalecida com a formação de um Comitê Gestor composto por entidades dos setores público e privado, notadamente reconhecidas no meio empresarial. São elas: Confederação Nacional de Indústrias (CNI), Federação Brasileira de Bancos (Febraban), BM&F Bovespa, Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Instituto de Auditores Independentes do Brasil (Ibracon),  Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e, recentemente, Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO).

Durante esses anos de existência, o Pró-Ética recebeu uma série de reconhecimentos internacionais. Com efeito, para o OEA, trata-se de uma “Boa Prática” adotada pelo Brasil¹. A OCDE considera-o como “um esforço positivo do governo brasileiro”². Segundo a UNODC, “é um dos melhores exemplos de incentivos para que as empresas invistam voluntariamente em programas anticorrupção e outras medidas que fortaleçam a integridade corporativa”³. E, recentemente, tem inspirado outros países, como a Colômbia, a desenvolverem práticas semelhantes.

Em 2014, iniciou-se um processo de reestruturação do Pró-Ética, com objetivo de adequá-lo às mudanças trazidas pela Lei nº 12.846/2013, ampliar o número de participantes e aumentar a divulgação em torno das empresas positivamente avaliadas.  Essa reestruturação terminou em 2015, com a criação de uma nova metodologia de avaliação e de uma nova forma de divulgação das empresas Pró-Ética.

Na verdade, ao longo desses anos, houve um processo contínuo de aprimoramento e valorização do Pró-Ética, o que será continuamente realizado para, cada vez mais, integrar essa iniciativa ao calendário anual do setor empresarial brasileiro e consolidá-la, de forma definitiva, como uma referência para aqueles que querem construir e participar de uma sociedade cujas relações negociais, sobretudo as com o setor público, tenham por fundamento a integridade, a ética, a competência e o respeito à livre concorrência.

 

[1] O Pró-Ética foi reconhecido como Boa Prática, no âmbito da quarta rodada de avaliação da OEA (Organização dos Estados Americanos), pela Comissão de Peritos do MESICIC - Mecanismo de Acompanhamento da Implementação da Convenção Interamericana contra a Corrupção, em 2012.

[2] Reconhecimento dado no âmbito da terceira rodada de avaliação da Convenção da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), realizada em 2014.

[3] A Resource Guide on State Measures for Strengthening Corporate Integrity, 2013. http://www.unodc.org/documents/corruption/Publications/2013/Resource_Guide_on_State_Measures_for_Strengthening_Corporate_Integ
rity.pdf
 , pág. 38.

 

Empresas que receberam o selo Pró-Ética

 

  2016
3M do BrasilABBAlphatecBanco do Brasil
ChiesiCompanhia Siderúrgica Nacional (CSN)Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)Santander
DudalinaDuratexEDP Energias do BrasilELEKTRO Eletricidade e Serviços
Tecnew InformáticaGranbioICTSEnel
ItaúSIEMENSJLLMicrosoft
NaturaNeoenergiaNova/SBRadix
Serasa Experian

 

2015
3M do BrasilABBAES EletropauloAES Sul
AES TietêAES UruguaianaCâmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)Centrais Elétricas de Santa Catarina (CELESC)
DudalinaDuratexEDP Energias do BrasilELEKTRO Eletricidade e Serviços
Ernst & YoungGranbioICTSOSRAM do Brasil Lâmpadas Elétricas
Santander BrasilSIEMENSSNC-Lavalin Meio Ambiente

 

Até 2014
3M do BrasilAES EletropauloAES SulAES Tietê
Banco do BrasilBanco do Nordeste (BNB)Banco Santander (Brasil)Caixa Econômica Federal
Centrais Elétricas de Santa Catarina (CELESC)CPFL EnergiaDudalinaDuratex
EDP Energias do BrasilGranbio InvestimentosInfraeroSiemens